sábado, 14 de janeiro de 2012

Chuvas: Defesa Civil Municipal de Florianópolis está em alerta


Em função das fortes chuvas que atingem a Capital desde a noite de ontem - e em virtude da previsão de grandes volumes para as próximas horas -  a Defesa Civil Municipal de Florianópolis está em alerta. Entre guarnições externas da Defesa Civil, plantão interno, Guarda Municipal e equipes de sobreaviso, um efetivo de 45 membros da Secretaria Municipal de Segurança e Defesa do Cidadão encontra-se a postos.

Segundo o Coordenador Municipal da Defesa Civil de Florianópolis, Luiz Eduardo Machado, até o início da tarde deste sábado a Defesa Municipal registrou  pontos de deslizamento, sem vítimas, na Caieira, Saco dos Limões e Córrego Grande. Ainda não há notícias de pontos de alagamento significativos ou famílias desabrigadas.

Machado alerta, contudo, que nas próximas horas moradores de áreas de risco precisam ficar atentos: ao menor sinal de perigo – principalmente de inundação ou deslizamento – as pessoas devem procurar abrigo em local seguro e fazer contato com a Defesa Civil pelo fone 199.

Algumas recomendações importantes:

Morros
Fique atento a depressões no terreno, inclinação de tronco de árvores, de postes, ou aparecimento de rachaduras nas paredes das casas. Alerte os vizinhos, procure local seguro, longe do morro, e avise a Defesa Civil Municipal, pelo 199.

Inundação
Corte a energia elétrica. Não use equipamentos elétricos que tenham sido molhados ou em locais inundados, há risco de choque elétrico e curto-circuito.
Evite andar na água pois há risco de contaminação. Caso não seja possível evitar, fique atento: se houver sintomas de febre, dores musculares e indisposição, procure uma emergência.

Lixo
Evite colocar o lixo para a rua pois, em caso de inundação, ele pode obstruir as bocas-de-lobo. 


quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Doação de livros para o Promenor

 

O Grupo Livrarias Curitiba, que compreende as marcas Livrarias Catarinense e Curitiba em Santa Catarina, doou 800 livros didáticos na última segunda-feira, dia 9, para a Sociedade Promocional do Menor Trabalhador – Promenor, mantida pela Irmandade do Espírito Santo.

 

A doação irá beneficiar 300 crianças, estudantes das séries iniciais do ensino fundamental. Atualmente, o Promenor atende cerca de 1.100 crianças e adolescentes, de 0 a 18 anos, em situação de vulnerabilidade na Grande Florianópolis, pertencentes a famílias de baixa renda e em situação de exclusão. 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

O futuro desperdiçado

Celso Vicenzi - Jornalista

Pôr fogo em poços de petróleo não seria absurdo? E queimar dinheiro? Outras atitudes insanas e semelhantes, no entanto, não causam estranheza. Mais importante que o petróleo, neste e nos próximos séculos, será a água. É preciso impedir que se transforme em mercadoria, como querem algumas multinacionais. Mesmo que isso não ocorra,  valerá ainda mais dinheiro no futuro. Muito dinheiro! No entanto, ninguém estranha que esse patrimônio esteja sendo dilapidado. Dinheiro e futuro desperdiçados. Não raro, de maneira irresponsável, com a poluição de rios, riachos, lagos, oceanos e por onde mais se infiltra o líquido responsável pelo surgimento e manutenção de todas as formas de vida. Há dinheiro de sobra para projetos que geram mais poluição. E muito pouco para saneamento básico, fundamental para manter uma boa qualidade de vida. As escolhas do “inteligente” animal humano, nem sempre primam pela sensatez.

Cidadãos, dirigentes de instituições e autoridades que deveriam zelar por cada gota assistem passivamente à destruição dos recursos naturais. No Brasil, a perda média nas redes urbanas chega a 40%. Depois do oxigênio, a água é o recurso mais importante para todos os seres vivos. É essencial na agricultura, que consome cerca de 70% de toda a água doce utilizável do planeta. Isso corresponde a “7,2 quatrilhões de litros por ano ou toda a descarga do Rio Amazonas durante 640 dias – o Amazonas despeja no mar cerca de 130 milhões de litros de água doce por segundo”, informa o jornalista Washington Novaes. De toda a água no planeta, apenas cerca de 1% está disponível para consumo imediato. Tamanha escassez não deveria ser tratada com tanto desdém. Cada vez mais os mananciais são degradados. A população mais pobre sofre as consequências da falta e da água sem tratamento adequado. Relatório da ONU informa que morrem mais pessoas por água contaminada do que por todas as formas de violência. A escassez de água “pura” mata anualmente 1,8 milhão de crianças com menos de cinco anos de idade. A  parte mais rica da população, embora tenha água tratada, engole agrotóxicos, metais pesados (mercúrio, chumbo, cádmio etc.) e outros elementos químicos em quantidades prejudiciais à saúde humana, pois a maioria dos processos de captação e tratamento não os eliminam. Metaforicamente, bebemos câncer e outras doenças. Calcula-se que dez milhões de pessoas morram anualmente por doenças transmitidas pela água.

Nossa ignorância e irresponsabilidade não nos deixam ver que o lixo e os rejeitos que geramos nos processos industriais e no cotidiano de consumo de produtos domésticos retornam retornam às nossas mesas pela complexa cadeia alimentar dos seres vivos. O lixo e a poluição não ficam distantes, por mais que os levemos a quilômetros de nossas casas ou fábricas. O ar circula, a água também, e tudo empesta a natureza numa velocidade que compromete o futuro da biodiversidade.

Converse com qualquer cidadão e, muito provavelmente, você não perceberá em seu semblante sinais de alarme ou preocupação com o que pode acontecer a partir das mudanças climáticas. Dinheiro e Consumo são os deuses onipotentes da atual civilização. Há uma confiança cega em que a tecnologia limpará o planeta. Que a ciência – hoje quase uma religião! – terá respostas para tudo e saberá deter as catástrofes anunciadas.  Comprometer o equilíbrio do planeta é apostar no caos, em situações imprevisíveis. E fazemos isso em nome da ganância e do consumo desenfreado, viciados pelo prazer.

O planeta levou bilhões de anos para “acalmar” forças estupendas que pulsaram e ainda se movimentam desde as suas entranhas até o último limite da biosfera. Frio e calor extremos, enchentes e secas, tsunamis e furacões, doenças devastadoras... Milhões de espécies que aqui viveram desapareceram para sempre. Cientistas sabem, sobretudo os biólogos, que o tipo de inteligência que permitiu ao Homo sapiens dominar vastas extensões do globo terrestre não é uma grande vantagem competitiva na luta pela sobrevivência. Outras espécies dispõem de mecanismos muito mais úteis e adaptáveis para sobreviverem ao que – tudo indica – está a caminho.

Somos água. Setenta por cento do nosso peso é constituído por água. Se empestarmos a água, apodreceremos junto. Se desperdiçarmos, haverá mais do que sede: guerras, fome e doenças. Precisamos, urgentemente, cuidar desse patrimônio da humanidade.

BR-101 Sul não fica pronta em menos de cinco anos, mostra estudo da FIESC

 

Novo estudo da Federação das Indústrias (FIESC) mostra que a duplicação completa da BR-101 Sul, na melhor das hipóteses, ficará pronta apenas no final de 2016. A quarta Análise Expedita, apresentada na tarde desta quinta-feira, na FIESC, foi realizada pela Saporiti Engenharia entre o final de novembro e o início de dezembro.

Os principais entraves que jogam para cinco anos o prazo mais otimista possível para a total conclusão da duplicação são os túneis do Morro dos Cavalos, a ponte no Canal Laranjeiras, o túnel do Morro do Formigão, a duplicação e acessos de Laguna, além da recuperação de três pontes. "São obras grandiosas e em função dos processos de licitação, contratação e licenciamento ambiental não têm condições de ficar prontas antes do final de 2016", avalia o engenheiro Ricardo Saporiti.

"As diferenças entre os dados oficiais e os apresentados pela consultoria da FIESC no estudo são extremamente preocupantes, dada importância da BR-101. Não estamos falando apenas da demora na entrega de uma obra vital para Santa Catarina, mas de vidas perdidas e do atraso injustificável no desenvolvimento da região Sul", avalia o presidente da FIESC, Glauco José Côrte.

O estudo mostra que o processo de licenciamento ambiental e projetos executivos dos túneis (2 galerias) sob o Morro dos Cavalos, ainda estão inconclusos. O início das obras da construção da ponte estaiada no Canal de Laranjeiras está na dependência do licenciamento ambiental de instalação, enquanto que o túnel de transposição do morro do Formigão aguarda novo processo licitatório. A contratação das obras de duplicação e acessos de Laguna ainda aguarda conclusão do processo. As contratações das recuperações das pontes sobre os rios Tubarão, Sertão dos Correias e Cubículos, ainda estão indefinidas.

O levantamento também analisou a situação das obras com contratos em vigor, que fazem parte da primeira fase da obra, e contempla obras imprescindíveis como reforços e alargamentos das pontes sobre os rios Maciambú, Paulo Lopes, Cova Triste, Penha, Araçatuba e Capivari. Esta etapa prevê ainda a conclusão dos viadutos entre Bananal e Tubarão, e das restaurações das pistas antigas. Estima-se a conclusão do alargamento dessas pontes para dezembro de 2012, exceto no lote 25, entre Laguna e Capivari de Baixo, com previsão para julho de 2013.

Com relação ao ritmo das obras do lote 29 (Araranguá a Sombrio), cuja estimativa de conclusão é para dezembro de 2012, o estudo chama a atenção para o vulto das obras de construção das duas pontes sobre o rio Araranguá, ainda não iniciadas. O trabalho também destaca as obras voltadas à segurança no trânsito, como a execução de barreiras divisórias longitudinais (barreiras de concreto), defensas metálicas (guard-rails), sinalizações horizontais, verticais, elementos refletivos (iluminação noturna, conhecida como olho de gato) e a construção de passarelas para pedestres.

A FIESC tem acompanhado de perto a situação da rodovia desde maio de 2009, quando realizou o primeiro estudo. O trabalho tem fornecido subsídio para que Santa Catarina busque alternativas para acelerar a execução das obras.


Inauguração das unidades móveis de construção civil do SENAI/SC

A partir de 2012, quatro unidades do Programa SENAI Móvel percorrerão os municípios catarinenses para fornecer cursos na área da construção civil. A iniciativa é resultado do investimento de R$ 3,5 milhões, que conta com a parceria do Departamento Nacional da instituição e contempla também outros quatro laboratórios fixos, a serem instalados em 2012, nas cidades de Palhoça, Itajaí, Criciúma e Chapecó.

As unidades móveis oferecerão cursos de qualificação e aperfeiçoamento de pedreiros, pintores, instaladores hidráulicos, eletricistas, carpinteiros de forma, armadores de ferragem, assentadores de cerâmica, projetistas e mestre de obras (gestores). Para atender as diferentes necessidades, cada unidade, que tem capacidade para 24 alunos, está equipada com computadores, níveis a laser e maquinário específico para o setor, como máquinas de projetar argamassa. Para cada curso, a unidade é transformada em um laboratório diferente, ou seja, ela é completamente transformada.

As unidades móveis percorrerão o Estado e atenderão as demandas a partir de convênios com empresas, sindicatos ou prefeituras. A estimativa é que cada unidade permaneça de três a quatro meses em cada localidade e preste mais de 160 horas mensais de treinamentos. Elas poderão ser instaladas em ambientes públicos ou nos canteiros de obras. A estimativa é que cada unidade.

Com o programa, o Sistema FIESC ampliará o atendimento para o setor da construção civil. Atualmente a instituição conta com laboratórios fixos em Balneário Camboriú, Blumenau e Joinville.

 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

1° Feirão Ideal de Imóveis foi prorrogado

O 1° Feirão Ideal de Imóveis, realizado de 9 a 11 de dezembro no Shopping Ideal, em parceria com a Caixa Econômica Federal, foi prorrogado até o dia 24 de dezembro. O volume de negócios impulsionados pelo evento levou as construtoras participantes a permanecer no local, onde foram realizados, nos primeiros três dias, mais de 1.200 atendimentos, entre unidades comercializadas, compromissos firmados e prospecções.

 

De populares a alto padrão, o feirão tem ofertas para todos os bolsos na Grande Florianópolis, com destaque para imóveis em São José e Palhoça, regiões com grande expansão imobiliária. No feirão estão sendo oferecidas condições especiais de financiamento, via CEF, de até 100% do valor do imóvel e com prazos de até 30 anos para pagamento.

 

São oferecidos lotes e moradias - populares, de porte médio e de alto padrão, como o empreendimento Jardim Botânico, em São José. Com infraestrutura completa, incluindo projeto paisagístico, praça e áreas de lazer, disponibiliza lotes no bairro planejado que terá o primeiro Jardim Botânico da Grande Florianópolis.

 

Se o consumidor quiser um imóvel pronto, há apartamentos de um, dois ou três quartos, na planta ou em prédios recém- entregues, e com ofertas que incluem entrada reduzida ou com descontos que podem chegar ao valor do salário do comprador.